Olha que milagre: vim escrever bem no dia em que completo 35 semanas. Fazia tempo que não conseguia tamanha proeza...
Depois daquelas contrações da semana passada não tive mais nenhuma dolorida. Só aquelas normais, que deixam a barriga dura e incomodam um pouco, mas fico até em dúvida se são contrações de treinamento ou o Benício sambando.
Aliás, as mexidas dele estão ficando cada vez mais doloridas. Marido não aguenta mais meus mini gritos que chegam do nada. Azar o dele. Eu levo susto. Acho que o bebê deve estar forte e com pouco espaço, judieira. Mas converso com ele e digo que a gente ainda tem um tempinho dividindo o mesmo corpo, que ele precisa me ajudar a ajudá-lo... rsrsrs
As coliquinhas estão cada vez mais constantes. São fracas, a médica disse que é normal e tendem a piorar. Também sinto umas dores lá embaixo, mas nada que me atrapalhe.
Estou bem mais lerda pra andar e quando fico sentada ou deitada por um tempo preciso levantar bem devagar, porque o ciático pega forte. Mas começo a me movimentar e logo passa. Uma coisa que me atrapalha muito (ainda bem!) é comer demais. Parece que a barriga cresce instantaneamente e repuxa a coluna. Nada confortável. Fora a azia que piora muito. Então, pra evitar sofrimento, estou comendo menos, principalmente à noite. Mas tirando isso, a azia está bem melhor. Estou tomando ranitidina de manhã e Gaviscon antes de dormir.
Estou montando a mala de maternidade (minha e do Benício), mas até isso está devagar. Já tenho tudo o que preciso, mas uma coisa que eu faria em 5 segundos, que é montar os looks dele, estou fazendo há dias com dificuldade. O quartinho dele também não evolui. Se bem que estou dependendo de outras pessoas pra isso: armário, poltrona e cortinha chegarem, quadrinhos ficarem prontos e marido pendurar tudo. Mas será que está rolando um apego à barriga? Tudo isso faz a vinda dele ficar próxima demais e não sei se já estou preparada...
Sigo firme no projeto lembrancinhas, que é o melhor momento do meu dia. Fico horas fazendo os cadernos artesanais em casa e relaxo pra caramba. Pensei muito antes de começar algo que dá tanto trabalho e leva tanto tempo, mas foi a melhor coisa que fiz, porque gosto muito de trabalhos manuais, é minha terapia.
Tô firme na hidro também, na semana passada fui 4 vezes. Não lembro se contei que parei o pilates. Pois é, parei. Acabou meu plano, ia ficar muito caro pra renovar só por um mês e estava bem sofrido por causa do calor. Confesso que na hidro sinto algumas cólicas também, mas diminuo o ritmo e logo elas vão embora.
Amanhã tenho consulta com a obstetra. Cheguei naquele ponto de ir de 15 em 15 dias, mas achei que pagaria uma vez e a segunda seria retorno, certo? Parece que não, que ela conta como duas consultas. Mas aí já avisei que não rola. Em um mesmo ciclo salarial não tenmos como pagar duas consultas. Amanhã falo direito com ela sobre isso, mas aparentemente não vai ter problema porque posso intercalar a consulta com ela com a consulta com a EO, que também já faço uma vez por mês.
Eu estava em dúvida se fazia mais uma ultra antes do nascimento, mas acho que vou fazer, sim, só pra ver a carinha fofa do meu filho. Porque estou superconfiante que está tudo ótimo.
Tentante por 7 ciclos, um aborto no 5º ciclo e agora grávida! Esperando meu meninão para o começo de abril de 2016.
Monday, February 29, 2016
Wednesday, February 24, 2016
33 e 34 Semanas
O tempo continua voando. Ainda bem, porque sei que daqui a pouco chega aquela fase em que os dias demoram semanas. Mas vamos um dia de cada vez que vai dar tudo certo!
No dia 13/02 fizemos o chá de fraldas do Benício. Nem preciso dizer o quanto foi cansativo, né? A arrumação e, principalmente, a desarrumação. Fizemos bem em escolhermos um sábado, porque se fosse no domingo não ia dar tempo de nos recuperar pra semana, não. Mas valeu cada esforço. Adorei como tudo ficou, foi bastante gente e nos divertimos muito! Ganhamos muita fralda, mas não fiz as contas gastos X fraldas, porque não era esse o principal intuito da festinha. Eu amei a decoração, ficou até melhor do que eu estava imaginando. E tudo feito por mim, minhas amigas e minha cunhada. Uma fotinho pra vocês terem uma ideia:
Ontem, com 34 semanas, tive um mini susto: contrações doloridas à noite. Foram 3, com mais ou menos uma hora de intervalo. Fiquei um pouco preocupada de ser algum começo de trabalho de parto prematuro, mas logo que acordei falei com a minha médica e ela disse que era normal. Só pediu pra eu ficar o dia sem fazer muito esforço e avisar se elas voltassem. Não voltaram, então está tudo certo. Nesse dia, na aula de hidro o professor pegou bastante abdômen, pode ter influenciado.
Agora está tudo ótimo. Claro, estou cansada, pesada, as dores nas costas são minhas companheiras, mas nada que me impeça de fazer qualquer coisa.
E vou fazer ensaio de gestante, gente! Nem passava pela minha cabeça essa possibilidade, mas em um grupo que participo uma fotógrafa estava procurando alguém pra fazer sem cobrar nada, pra ganhar experiência nessa área, e topei! Vamos fazer no domingo agora numa fazendo linda no interior de São Paulo. A ideia é que ela fotografe meu TP também, mas já descobri que o hospital onde vou parir é uma chatice e não deixa entrar fotógrafo de fora. Vou tentar algumas manobras, mas desconfio que não vai rolar...
No dia 13/02 fizemos o chá de fraldas do Benício. Nem preciso dizer o quanto foi cansativo, né? A arrumação e, principalmente, a desarrumação. Fizemos bem em escolhermos um sábado, porque se fosse no domingo não ia dar tempo de nos recuperar pra semana, não. Mas valeu cada esforço. Adorei como tudo ficou, foi bastante gente e nos divertimos muito! Ganhamos muita fralda, mas não fiz as contas gastos X fraldas, porque não era esse o principal intuito da festinha. Eu amei a decoração, ficou até melhor do que eu estava imaginando. E tudo feito por mim, minhas amigas e minha cunhada. Uma fotinho pra vocês terem uma ideia:
Ontem, com 34 semanas, tive um mini susto: contrações doloridas à noite. Foram 3, com mais ou menos uma hora de intervalo. Fiquei um pouco preocupada de ser algum começo de trabalho de parto prematuro, mas logo que acordei falei com a minha médica e ela disse que era normal. Só pediu pra eu ficar o dia sem fazer muito esforço e avisar se elas voltassem. Não voltaram, então está tudo certo. Nesse dia, na aula de hidro o professor pegou bastante abdômen, pode ter influenciado.
Agora está tudo ótimo. Claro, estou cansada, pesada, as dores nas costas são minhas companheiras, mas nada que me impeça de fazer qualquer coisa.
E vou fazer ensaio de gestante, gente! Nem passava pela minha cabeça essa possibilidade, mas em um grupo que participo uma fotógrafa estava procurando alguém pra fazer sem cobrar nada, pra ganhar experiência nessa área, e topei! Vamos fazer no domingo agora numa fazendo linda no interior de São Paulo. A ideia é que ela fotografe meu TP também, mas já descobri que o hospital onde vou parir é uma chatice e não deixa entrar fotógrafo de fora. Vou tentar algumas manobras, mas desconfio que não vai rolar...
Friday, February 19, 2016
Gestação de 12 meses
Uma frase tem vindo na minha cabeça com muita frequência: "aceita que dói menos". Ela tem se encaixado em tanto lugar que virou meu mantra já e tem tudo a ver com um encontro a que fomos eu e marido ontem, no Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (GAMA). Desde que engravidei queria ir lá, que tem palestras gratuitas toda semana e finalmente fomos!
O tema era "Demandas no pós-parto - sono, acolhimento, aceitação das mudanças". Foi ótimo, falou principalmente dos três primeiros meses de vida do bebê e basicamente o melhor conselho que se pode dar a uma puérpera é esse: aceita, que dói menos.
A gestação nos primórdios da humanidade durava 12 meses, com a evolução e o homem ficando ereto, a natureza percebeu que em 9 meses já dava pro bebê sobreviver relativamente bem fora do corpo da mãe, por isso diminuiu o tempo dentro do útero. Mas o bebê não sabe ainda que está fora, por pelo menos três meses ele acha que continua sendo uma extensão da mãe. Só falta nós, mães, aceitarmos e acolhermos essa fusão inicial. Dá pra lutar contra? Dá pra deixá-lo chorando? Dá pra dar leite artificial pra ele dormir mais? Dá, mas o bebê vai estar se conformando na sensação do abandono e não porque ele estar aprendendo a ser independente. Bebês não aprendem a ser independentes, eles só reagem a sensações, não à razão. Sensações de fome, sono, calor, frio, insegurança... Aliás, a palestrante era estudiosa da neurologia de bebês e disse que as crianças só começam a entender a razão das coisas aos 18 meses. Antes disso, é só estímulo e reação.
Alguns outros pontos da palestra que achei úteis:
- Os bebês que dormem no mesmo ambiente que os pais são mais calmos. É a tal ideia de que a segurança e o acolhimento fazem as pessoas serem independentes e não a dureza e a disciplina. Eu até estou repensando se não é o caso de deixar o bebê no carrinho no nosso quarto nos três primeiros meses.
- Pôr na cabeça que os primeiros meses vão ser sofridos, mas permita essa fusão entre bebê e mãe. Afinal, o que são três meses pra uma vidinha que pode durar 90 anos?
- Os familiares que se prontificam a ajudar são ótimos, mas a verdade é que é o cheiro e o colo da mãe que o bebê precisa. Outros cheiros não o confortam. Sua sogra ou sua mãe se ofereceram pra ficar 5 horas cuidando do bebê pra você? Troque por duas horas delas cozinhando e lavando a roupa.
- Estoque comida antes do bebê nascer. Deixe coisas fáceis congeladas, você vai precisar.
- Mantenha litros de água ao alcance da mão enquanto amamenta. Você vai estar morrendo de sede e não vai querer se mexer pra não acordar o pequeno.
- O dia seguinte nunca vai ser igual a hoje. Nesses primeiros meses, cada dia é um dia. Procurar uma zona de conforto é frustração na certa.
- Bebês não entendem a ideia de tempo e rotina, só sabem que têm um bicho esquisito no estômago e que ele vai embora quando eles mamam.
- Choro nem sempre quer dizer cólica. A ordem das necessidades de um bebê, que devem ser testadas nessa ordem, são: peito - colo - peito - calor/frio - peito - fralda - peito - barulho - peito - estímulo de visão. Ou seja, grandes chances de o peito resolver o choro.
- Não espere o bebê se esgoelar pra atender suas necessidades. Ele vai ficar tão nervoso que não vai se acalmar nem com o que quer.
- Mantenha uma rede de apoio. Tanto daquele casal de amigos que vocês podem chamar em casa pra falar sobre coisas de adulto por algumas horas, quanto um grupo de mães no Whatsapp ou no Face que podem te ajudar a não surtar nas madrugadas.
- Bebê fechou os olhos? Durma! Você vai precisar dessa energia daqui a pouco, acredite!
- Tenha impressa uma tabela com os picos de crescimento. isso vai te ajudar a não se desesperar na hora do aperto. Vou publicar aqui uma básica em outro post.
Comecei meio tarde, mas vou começar a frequentar esses grupos de apoio e posto aqui o que achar mais interessante.
Depois vou fazer um post sobre como estou nas 33 semanas e outro sobre algumas sugestões boas de livros que indicaram no GAMA e pretendo ler.
O tema era "Demandas no pós-parto - sono, acolhimento, aceitação das mudanças". Foi ótimo, falou principalmente dos três primeiros meses de vida do bebê e basicamente o melhor conselho que se pode dar a uma puérpera é esse: aceita, que dói menos.
A gestação nos primórdios da humanidade durava 12 meses, com a evolução e o homem ficando ereto, a natureza percebeu que em 9 meses já dava pro bebê sobreviver relativamente bem fora do corpo da mãe, por isso diminuiu o tempo dentro do útero. Mas o bebê não sabe ainda que está fora, por pelo menos três meses ele acha que continua sendo uma extensão da mãe. Só falta nós, mães, aceitarmos e acolhermos essa fusão inicial. Dá pra lutar contra? Dá pra deixá-lo chorando? Dá pra dar leite artificial pra ele dormir mais? Dá, mas o bebê vai estar se conformando na sensação do abandono e não porque ele estar aprendendo a ser independente. Bebês não aprendem a ser independentes, eles só reagem a sensações, não à razão. Sensações de fome, sono, calor, frio, insegurança... Aliás, a palestrante era estudiosa da neurologia de bebês e disse que as crianças só começam a entender a razão das coisas aos 18 meses. Antes disso, é só estímulo e reação.
Alguns outros pontos da palestra que achei úteis:
- Os bebês que dormem no mesmo ambiente que os pais são mais calmos. É a tal ideia de que a segurança e o acolhimento fazem as pessoas serem independentes e não a dureza e a disciplina. Eu até estou repensando se não é o caso de deixar o bebê no carrinho no nosso quarto nos três primeiros meses.
- Pôr na cabeça que os primeiros meses vão ser sofridos, mas permita essa fusão entre bebê e mãe. Afinal, o que são três meses pra uma vidinha que pode durar 90 anos?
- Os familiares que se prontificam a ajudar são ótimos, mas a verdade é que é o cheiro e o colo da mãe que o bebê precisa. Outros cheiros não o confortam. Sua sogra ou sua mãe se ofereceram pra ficar 5 horas cuidando do bebê pra você? Troque por duas horas delas cozinhando e lavando a roupa.
- Estoque comida antes do bebê nascer. Deixe coisas fáceis congeladas, você vai precisar.
- Mantenha litros de água ao alcance da mão enquanto amamenta. Você vai estar morrendo de sede e não vai querer se mexer pra não acordar o pequeno.
- O dia seguinte nunca vai ser igual a hoje. Nesses primeiros meses, cada dia é um dia. Procurar uma zona de conforto é frustração na certa.
- Bebês não entendem a ideia de tempo e rotina, só sabem que têm um bicho esquisito no estômago e que ele vai embora quando eles mamam.
- Choro nem sempre quer dizer cólica. A ordem das necessidades de um bebê, que devem ser testadas nessa ordem, são: peito - colo - peito - calor/frio - peito - fralda - peito - barulho - peito - estímulo de visão. Ou seja, grandes chances de o peito resolver o choro.
- Não espere o bebê se esgoelar pra atender suas necessidades. Ele vai ficar tão nervoso que não vai se acalmar nem com o que quer.
- Mantenha uma rede de apoio. Tanto daquele casal de amigos que vocês podem chamar em casa pra falar sobre coisas de adulto por algumas horas, quanto um grupo de mães no Whatsapp ou no Face que podem te ajudar a não surtar nas madrugadas.
- Bebê fechou os olhos? Durma! Você vai precisar dessa energia daqui a pouco, acredite!
- Tenha impressa uma tabela com os picos de crescimento. isso vai te ajudar a não se desesperar na hora do aperto. Vou publicar aqui uma básica em outro post.
Comecei meio tarde, mas vou começar a frequentar esses grupos de apoio e posto aqui o que achar mais interessante.
Depois vou fazer um post sobre como estou nas 33 semanas e outro sobre algumas sugestões boas de livros que indicaram no GAMA e pretendo ler.
Wednesday, February 10, 2016
30, 31 e 32 Semanas
Que vergonha, três semanas sem postar! Mas paciência, o que importa é que eu sempre volto!
Não tive muitas mudanças nessas semanas, fora a barriga que parece crescer todos os dias. Toda segunda o pessoal do trabalho fala que ela cresceu. E o inchaço está tomando conta das minhas pernas. Os tornozelos estão sumindo, tadinhos... Mas com o calor que tem feito acho que não tinha como esperar outra coisa.
Gente, abusei no Carnaval. Eu não tenho muito limite, acho que tudo é sinal de fraqueza e vou que vou. Resultado: fui para bloquinhos de SP nos 4 dias de Carnaval. Só fugia da muvuca, claro, mas andei muuuiiito e cheguei acabada em casa todos os dias. Mas no dia seguinte estava eu lá de novo! E nessas trabalhando, só folguei de sexta a domingo.
Mas agora chega, é hora de descansar um pouco mais até o baby nascer.
Sábado agora é o chá de fraldas e tenho um mundo de coisa pra resolver. Mas tem bastante gente me ajudando e vai dar tudo certo!
Nem contei aqui sobre o ultrassom da 30ª semana. Está tudo ótimo com o bebê, ele já estava com quase 44 cm e 1875 g (peso aproximado, porque a gente sabe que tem bastante erro). Pelo aplicativo do celular, ele está sempre umas duas, três semanas na frente da média em peso e tamanho. Vai ser grandinho meu filho.
Ele continua mexendo bastante. Nessa noite, não sei onde ele se empoleirou que acordei de madrugada com muita dor na costela. Eu me mexia, dava umas cutucadas, mas nada de passar...
Não tive muitas mudanças nessas semanas, fora a barriga que parece crescer todos os dias. Toda segunda o pessoal do trabalho fala que ela cresceu. E o inchaço está tomando conta das minhas pernas. Os tornozelos estão sumindo, tadinhos... Mas com o calor que tem feito acho que não tinha como esperar outra coisa.
Gente, abusei no Carnaval. Eu não tenho muito limite, acho que tudo é sinal de fraqueza e vou que vou. Resultado: fui para bloquinhos de SP nos 4 dias de Carnaval. Só fugia da muvuca, claro, mas andei muuuiiito e cheguei acabada em casa todos os dias. Mas no dia seguinte estava eu lá de novo! E nessas trabalhando, só folguei de sexta a domingo.
Mas agora chega, é hora de descansar um pouco mais até o baby nascer.
Sábado agora é o chá de fraldas e tenho um mundo de coisa pra resolver. Mas tem bastante gente me ajudando e vai dar tudo certo!
Nem contei aqui sobre o ultrassom da 30ª semana. Está tudo ótimo com o bebê, ele já estava com quase 44 cm e 1875 g (peso aproximado, porque a gente sabe que tem bastante erro). Pelo aplicativo do celular, ele está sempre umas duas, três semanas na frente da média em peso e tamanho. Vai ser grandinho meu filho.
Ele continua mexendo bastante. Nessa noite, não sei onde ele se empoleirou que acordei de madrugada com muita dor na costela. Eu me mexia, dava umas cutucadas, mas nada de passar...
Monday, January 18, 2016
29 Semanas
Quanta diferença de um post pro outro... Fiquei com vontade de rir agora ao ler o último... rsrsrs
Essa última semana foi um baque. O cansaço que começa na hora que acordo e só piora com o passar do dia começou de um dia pro outro e não passou. Sono, muito sono, dá vontade de dormir 12 horas por dia. Mas não dá...
A barriga começou a pesar também, estou até andando mais devagar. E se tudo isso não fosse suficiente, estou num mau humor, com uma falta de paciência... Estou até mais quietinha pra não sair dando patada em todo mundo. Mas o marido não tá saindo ileso, não, coitado. Tudo que acontece me sobe o sangue. Quando não estouro, fico remoendo a bobagem o resto do dia. E tô mais avoada também, esquecida, parece que tem ar no lugar de alguns neurônios. Sempre fui daquelas controladoras que tem que tomar todas as decisões (até aquelas que não me dizem respeito), mas agora ter que escolher alguma coisa está me desestabilizando.
Tive consulta com a minha obstetra na quinta e ela disse que isso tudo deve ser uma nova carga de progesterona que costumamos ter nessa fase da gravidez. Então é ter paciência e torcer pra eu não matar ninguém nesses dois meses e meio que faltam.
Mas está tudo bem, o bebê está ótimo, a barriga proporcional a mais tempo ainda de gestação do que eu estou. Aí já comecei a encanar com a diabetes gestacional, que faz os bebês crescerem mais do que o normal. Ainda bem que já tinha o exame da curva glicêmica marcado, pra não sofrer com isso por muito tempo. Fui na sexta.
Foi um saco, levei o maior chá de cadeira no laboratório e o líquido é realmente horroroso. Mas tomei um remédio pra enjoo antes, por sugestão da médica, e não tive problemas maiores. Fiquei lá as duas horas lendo e até cochilando. Eu acho que o tempo de medição não é sempre o mesmo, mas minha médica pediu 0 - 60 - 120. O que quer dizer que tiraram meu sangue em jejum, uma hora depois de tomar o líquido doce e duas horas depois dele.
Estava preocupada com o resultado, que só deveria sair na quinta, mas hoje fui dar uma olhada e já estava lá. Tudo certo comigo, sem diabetes gestacional! Uhuuu! Agora me segurem com o doce, porque esse medo era só o que me fazia não exagerar. Mentira, vou tentar me comportar.
Amanhã tenho consulta com a EO e marquei de falar na semana que vem com uma terapeuta que coordena uma roda de grávidas. Ela forma as turmas conforme o tempo de gestação, pra todas estarem na mesma fase, com as mesmas dúvidas e fantasmas. Depois conto o que achei e se vou seguir no grupo. Vamos ver...
Essa última semana foi um baque. O cansaço que começa na hora que acordo e só piora com o passar do dia começou de um dia pro outro e não passou. Sono, muito sono, dá vontade de dormir 12 horas por dia. Mas não dá...
A barriga começou a pesar também, estou até andando mais devagar. E se tudo isso não fosse suficiente, estou num mau humor, com uma falta de paciência... Estou até mais quietinha pra não sair dando patada em todo mundo. Mas o marido não tá saindo ileso, não, coitado. Tudo que acontece me sobe o sangue. Quando não estouro, fico remoendo a bobagem o resto do dia. E tô mais avoada também, esquecida, parece que tem ar no lugar de alguns neurônios. Sempre fui daquelas controladoras que tem que tomar todas as decisões (até aquelas que não me dizem respeito), mas agora ter que escolher alguma coisa está me desestabilizando.
Tive consulta com a minha obstetra na quinta e ela disse que isso tudo deve ser uma nova carga de progesterona que costumamos ter nessa fase da gravidez. Então é ter paciência e torcer pra eu não matar ninguém nesses dois meses e meio que faltam.
Mas está tudo bem, o bebê está ótimo, a barriga proporcional a mais tempo ainda de gestação do que eu estou. Aí já comecei a encanar com a diabetes gestacional, que faz os bebês crescerem mais do que o normal. Ainda bem que já tinha o exame da curva glicêmica marcado, pra não sofrer com isso por muito tempo. Fui na sexta.
Foi um saco, levei o maior chá de cadeira no laboratório e o líquido é realmente horroroso. Mas tomei um remédio pra enjoo antes, por sugestão da médica, e não tive problemas maiores. Fiquei lá as duas horas lendo e até cochilando. Eu acho que o tempo de medição não é sempre o mesmo, mas minha médica pediu 0 - 60 - 120. O que quer dizer que tiraram meu sangue em jejum, uma hora depois de tomar o líquido doce e duas horas depois dele.
Estava preocupada com o resultado, que só deveria sair na quinta, mas hoje fui dar uma olhada e já estava lá. Tudo certo comigo, sem diabetes gestacional! Uhuuu! Agora me segurem com o doce, porque esse medo era só o que me fazia não exagerar. Mentira, vou tentar me comportar.
Amanhã tenho consulta com a EO e marquei de falar na semana que vem com uma terapeuta que coordena uma roda de grávidas. Ela forma as turmas conforme o tempo de gestação, pra todas estarem na mesma fase, com as mesmas dúvidas e fantasmas. Depois conto o que achei e se vou seguir no grupo. Vamos ver...
Monday, January 11, 2016
27 e 28 Semanas
Hoje oficialmente estou no terceiro tri. Por alguns aplicativos eu já estava, mas quando a gente pensa que a gravidez pode ir até as 42 semanas, é melhor eu pensar como se estivesse entrando hoje no último tri. Vamos tentar segurar a ansiedade até a hora que der...
Eu estou ótima, não tenho do que reclamar. As costas doem? Doem, mas é uma dor que eu já tive muito, depois de correr, é mais um cansaço, que ameniza quando eu me alongo. A barriga está enorme e o bebê mexe demais, demais, uma delícia. Aí tem dias que ele mexe menos e eu já fico meio cabisbaixa. Mas tadinho, nem a gente gosta de fazer exercícios intensos todos os dias, né?
Hoje tenho ecocardiograma fetal, mas já sei que nesse exame o médico não mede nem mostra o bebê, só fica no coraçãozinho mesmo. Mas eu queria vê-lo, já faz 7 semanas da última ultra. Na quinta vou na minha obstetra e vou pedir mais uma ultra, pra fazer lá pelas 30 semanas.
A única chateação que estou tendo é que acho que estou com um fungo. É muita secreção desde que eu engravidei e a umidade deve ter ajudado a criar um fungo. Estou extremamente sensível, parece que a vagina está inflamada. Já fiz exame e estou esperando o resultado.
Nessa sexta tenho o temido exame de curva glicêmica, espero que dê tudo certo!
Já comecei a me irritar com algumas pessoas. Por que tem gente que dá palpite sem a gente pedir, hein? Tem uma amiga que anda me irritando mais do que o normal. Ela é loucona, fuma que nem uma chaminé, não parou de beber durante as gestações, e teve dois bebês prematuros, um com 31 semanas e outro com 35. Ela disse que acha que teve os bebês antes porque estava de saco cheio da barriga e o inconsciente dela fez com que eles viessem antes. Eu falei que estava super tranquila por enquanto quanto a isso, que por mim ele pode ficar aqui dentro por um bom tempo ainda. Ela falou: "ah, mas espera você chegar às 31 semana pra ver como muda". Não tem nada que me irrita mais do que alguém falando "você fala isso porque não passou ainda". Cara, cada pessoa é de um jeito, cada gestação é de um jeito, não existe uma fórmula nem um calendário. E outra: eu me cuido, faço exercícios, é natural que eu leve uma gravidez mais tranquila. Ou não, quem sabe??? Ela é que não é!
A verdade é que a culpa é toda minha, eu preciso aprender a calar a minha boca. Não falar tudo o que penso e deixar o que falam entrar por um ouvido e sair pelo outro.
Enfim, encheções à parte, já estou começando a pensar no chá de fraldas, que pretendo fazer no dia 20 de fevereiro. Vou estar com quase 34 semanas. Acho que vai ser cansativo, mas com Carnaval no meio não vai ter muito jeito. Já recrutei umas amigas pra ajudar e vamo que vamo!
Eu estou ótima, não tenho do que reclamar. As costas doem? Doem, mas é uma dor que eu já tive muito, depois de correr, é mais um cansaço, que ameniza quando eu me alongo. A barriga está enorme e o bebê mexe demais, demais, uma delícia. Aí tem dias que ele mexe menos e eu já fico meio cabisbaixa. Mas tadinho, nem a gente gosta de fazer exercícios intensos todos os dias, né?
Hoje tenho ecocardiograma fetal, mas já sei que nesse exame o médico não mede nem mostra o bebê, só fica no coraçãozinho mesmo. Mas eu queria vê-lo, já faz 7 semanas da última ultra. Na quinta vou na minha obstetra e vou pedir mais uma ultra, pra fazer lá pelas 30 semanas.
A única chateação que estou tendo é que acho que estou com um fungo. É muita secreção desde que eu engravidei e a umidade deve ter ajudado a criar um fungo. Estou extremamente sensível, parece que a vagina está inflamada. Já fiz exame e estou esperando o resultado.
Nessa sexta tenho o temido exame de curva glicêmica, espero que dê tudo certo!
Já comecei a me irritar com algumas pessoas. Por que tem gente que dá palpite sem a gente pedir, hein? Tem uma amiga que anda me irritando mais do que o normal. Ela é loucona, fuma que nem uma chaminé, não parou de beber durante as gestações, e teve dois bebês prematuros, um com 31 semanas e outro com 35. Ela disse que acha que teve os bebês antes porque estava de saco cheio da barriga e o inconsciente dela fez com que eles viessem antes. Eu falei que estava super tranquila por enquanto quanto a isso, que por mim ele pode ficar aqui dentro por um bom tempo ainda. Ela falou: "ah, mas espera você chegar às 31 semana pra ver como muda". Não tem nada que me irrita mais do que alguém falando "você fala isso porque não passou ainda". Cara, cada pessoa é de um jeito, cada gestação é de um jeito, não existe uma fórmula nem um calendário. E outra: eu me cuido, faço exercícios, é natural que eu leve uma gravidez mais tranquila. Ou não, quem sabe??? Ela é que não é!
A verdade é que a culpa é toda minha, eu preciso aprender a calar a minha boca. Não falar tudo o que penso e deixar o que falam entrar por um ouvido e sair pelo outro.
Enfim, encheções à parte, já estou começando a pensar no chá de fraldas, que pretendo fazer no dia 20 de fevereiro. Vou estar com quase 34 semanas. Acho que vai ser cansativo, mas com Carnaval no meio não vai ter muito jeito. Já recrutei umas amigas pra ajudar e vamo que vamo!
Tuesday, December 29, 2015
26 semanas
Dá pra acreditar que já estou há meio ano grávida? Pra mim é um pouco difícil, mas aí é só olhar pra baixo pra ver a barriga gigante e tremelicando. Como esse bebê tá mexendo depois que voltamos de viagem! Acho que ele está dando o troco, porque eu não parei quieta por uma semana, agora quem não para quieto é ele.
Estou naquela fase de mau humor pós-viagem, querendo voltar no tempo, querendo fingir que a rotina não existe. Mas ela está aqui. Quando dá fome, agora tenho que ir e fazer, em vez de pensar em onde parar o carro pra comer. Isso é o que mais me incomoda, sabia? Até gosto de cozinhar, mas odeio a obrigação e adoro uma comida de restaurante.
Mas enfim, já estou aqui trabalhando. A viagem foi incrível. Cansativa pra caramba. Meu marido deixou aquele contador de passos do celular ligado e a gente andava uma média de 12 km por dia. Era sempre mais de 10 horas em parque, em shopping, batendo perna. Eu descansava um pouco mais, porque quando o marido ia em brinquedo que eu não podia, eu aproveitava pra ficar sentadinha me recuperando.
Achei que não me deixariam entrar nos brinquedos, mas em todos que tentei ir, entrei. Sou medrosa, então nem sem estar grávida vou naqueles mais rápidos e altos, mas fui aos simuladores que adoro e foi ótimo!
Com o dólar alto do jeito que está, realmente não dá pra fazer a festa nas compras. Olhei muito, desisti de muita coisa e dei preferência pro que estava em promoção ou que não tinha aqui. Mas comprei bastante coisa pro baby até, principalmente brinquedinhos baratinhos, roupinhas fofas da Disney e da Universal, lenços umedecidos e acessórios de alimentação, como pratinhos, colheres, etc. De mais caro só a babá eletrônica.
Mas a melhor parte mesmo foi aproveitar a viagem, curtir cada minuto com o marido, sem hora pra ir embora, sem compromisso. Provavelmente a última viagem desse tipo em muitos anos!
Não me pesei, mas acredito que as comidas mais calóricas tenham sido compensadas pelas caminhadas. Só que a barriga cresceu demais! O umbigo tá quase saltando. Tô doida pra saber o tamanho do baby, mas certeza que ele cresceu bastante nessa semana, porque as mexidas estão beeeemm mais fortes. Levo cada susto...
Vou conseguir dar uma fugidinha pro interior pra passar a virada, mas sexta e sábado já trabalho de novo.
Um feliz 2016 a todas vocês! Que esse novo ano seja de muita emoção e aventura pra todas. Que as tentantes consigam realizar o sonho de engravidar, que as gravidinhas tenham um parto lindo e meses de muito namoro e leitinho com suas crias e que as novas mamães ensinem e aprendam na mesma medida com seus filhotes!
Estou naquela fase de mau humor pós-viagem, querendo voltar no tempo, querendo fingir que a rotina não existe. Mas ela está aqui. Quando dá fome, agora tenho que ir e fazer, em vez de pensar em onde parar o carro pra comer. Isso é o que mais me incomoda, sabia? Até gosto de cozinhar, mas odeio a obrigação e adoro uma comida de restaurante.
Mas enfim, já estou aqui trabalhando. A viagem foi incrível. Cansativa pra caramba. Meu marido deixou aquele contador de passos do celular ligado e a gente andava uma média de 12 km por dia. Era sempre mais de 10 horas em parque, em shopping, batendo perna. Eu descansava um pouco mais, porque quando o marido ia em brinquedo que eu não podia, eu aproveitava pra ficar sentadinha me recuperando.
Achei que não me deixariam entrar nos brinquedos, mas em todos que tentei ir, entrei. Sou medrosa, então nem sem estar grávida vou naqueles mais rápidos e altos, mas fui aos simuladores que adoro e foi ótimo!
Com o dólar alto do jeito que está, realmente não dá pra fazer a festa nas compras. Olhei muito, desisti de muita coisa e dei preferência pro que estava em promoção ou que não tinha aqui. Mas comprei bastante coisa pro baby até, principalmente brinquedinhos baratinhos, roupinhas fofas da Disney e da Universal, lenços umedecidos e acessórios de alimentação, como pratinhos, colheres, etc. De mais caro só a babá eletrônica.
Mas a melhor parte mesmo foi aproveitar a viagem, curtir cada minuto com o marido, sem hora pra ir embora, sem compromisso. Provavelmente a última viagem desse tipo em muitos anos!
Não me pesei, mas acredito que as comidas mais calóricas tenham sido compensadas pelas caminhadas. Só que a barriga cresceu demais! O umbigo tá quase saltando. Tô doida pra saber o tamanho do baby, mas certeza que ele cresceu bastante nessa semana, porque as mexidas estão beeeemm mais fortes. Levo cada susto...
Vou conseguir dar uma fugidinha pro interior pra passar a virada, mas sexta e sábado já trabalho de novo.
Um feliz 2016 a todas vocês! Que esse novo ano seja de muita emoção e aventura pra todas. Que as tentantes consigam realizar o sonho de engravidar, que as gravidinhas tenham um parto lindo e meses de muito namoro e leitinho com suas crias e que as novas mamães ensinem e aprendam na mesma medida com seus filhotes!
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